segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Algumas do Pinterest!!

Que tal começar estudando o Pinterest buscando por alguns quadros(boards) sobre bibliotecas?
Então vamos iniciar procurando pela palavra library no campo de busca!
Ele irá oferecer três opções pelo Pin, pelo Quadro (Board), ou pela Pessoa (People).
Aí me deparo com este Pin I want to be a Librarian da década de 60 do século passado, ou seja a quase 50 anos atrás!!.
Muitos são design de bibliotecas em interiores de casas! A maioria remete ao site www.shelterness.com
Vejam por exemplo o Pin da Katy Johnson com a foto abaixo.

Acrescento na minha busca a palavra books junto com library e então me aparecem Quadros (Boards) como por exemplo:
Idealistic Places, Books & Ways to store Them, Library Love, Bibliophile, Reading, Bibliomania, Banned Books Week, Funlibrarian e muitas outras! Gostei muito da proposta da Banned Books Week vejam a foto abaixo.
E agora vamos começar os estudos sobre os Pins!
Abrazos

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Workshop Social Media Visualization

Mais um evento sobre redes sociais irá acontecer no ano de 2012.
Desta vez em Dublin-Irlanda é o Workshop Social Media Visualization (04 de junho de 2012, Dublin)


Call for Papers

Workshop sobre Social Media Visualization (SocMedVis) @ Conferência Internacional sobre Weblogs AAAI e Mídias Sociais (ICWSM'12).

04 de junho de 2012, Dublin, Irlanda

http://socmedvis.ucd.ie

O estudo e a análise da mídia social tem aproximado pesquisadores dos mais variados campos. Mesmo que as tarefas desses pesquisadores sejam diversas, a visualização de dados e a sua análise tem desempenhado um papel importante na pesquisa. Para a indústria e academia a visualização dos dados das mídias sociais contribuem na formação de hipóteses e na explicação de determinados fenômenos.

O Workshop de Visualização de Mídia Social (SocMedVis) será realizado em conjunto com a Conferência Internacional sobre Weblogs AAAI e Social Media (ICWSM'12) em Dublin em 04 de junho de 2012. A oficina é um espaço para apresentação de pesquisas e aplicações de visualização de dados das mídias sociais.

O objetivo do workshop é reunir pesquisadores e profissionais atuantes no mercado que estejam interessados ​​em técnicas visuais e interativas para a transformação social e análise da mídia para discutir o seu potencial de aplicação no campo das ciências sociais, humanidades e indústria.

Datas Importantes

* Prazo para Submissão: 02 março de 2012
* Notificação: 16 mar, 2012
* Prazo do paper: 2 de abril de 2012
* Inscrições antecipadas para ICWSM'12: 06 de abril de 2012
* Workshop: 04 de junho de 2012

Tópicos

Tópicos de interesse incluem, mas não são limitados a:

* Análise Visual de Dados e Evolução Social da Mídia
* Técnicas interativas para análise de sentimento e percepção da marca
* Visualização de Memes e Tendências em Mídias Sociais
* Visualização de Mídia Social para Estudos da Mídia
* As Mídias Sociais em Ciências Sociais e Humanas
* Data Mining e Machine Learning em Mídias Sociais
* As Visual Analytics de Mídias Sociais na Indústria
* Os Formais Técnicas de Avaliação em Mídias Sociais
* Sistemas e linguagens para Analytics Social Media
* Os Metodologias e Processos para Análise de Mídias Sociais
* Análise de Texto Colaborativo Corporativo
* Visualização em tempo real de dados de Mídias Sociais
* Visualização e Análise de Texto Visual em Mídias Sociais
* Visualização e Análise Visual de redes de mídia social
* Estudos de trabalho analítico sobre Mídias Sociais
* Os Representações e Incerteza em Text Analytics

Submissões

Os papers são limitados a 4 páginas e devem ter uma visualização ou algum componente de análise visual. Os trabalhos devem ser formatados acordo com as diretrizes AAAI.
Documentos em formato PDF devem ser apresentadas utilizando EasyChair até o dia 2 de março de 2012. Um subconjunto dos trabalhos aceitos serão convidados para apresentação oral. Todos os outros trabalhos aceitos serão apresentados como posters durante a sessão de demonstração interativa.

O seminário planeja receber um grupo de pesquisadores em ciências sociais e ciências humanas, além de pesquisadores do campo da indústria para debater sobre a aplicação de visualizações em disciplinas acadêmicas e na própria indústria, onde a visualização é necessária para compreender os dados advindos das mídias sociais.

Para mais informações, visite a página do workshop em http://socmedvis.ucd.ie ou envie um e-mail para socmedvis@ucd.ie.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Pinterest - 5 Maneiras de usar nas bibliotecas

A rede social Pinterest segundo o site Comscore foi a que mais rapidamente alcançou a marca de 10 milhões de usuários na internet. Só nos EUA a rede já alcançou 11,7 milhões de usuários em 2012 e também já ocupa mais de 1 hora e meia de tempo dos usuários de internet apesar do Facebook ocupar 7 horas segundo dados estatísticos deste site.

Baseado nisso o site iLibrarian indica 5 maneiras de usar esta rede nas Bibliotecas vamos a elas:
1) Criar quadros de livros recomendados:
Semelhante ao que muitos colocam em blogs sobre o que estão lendo este quadro pode colocar as capas dos livros que a biblioteca recomenda sobre determinado assunto. Conforme o iLibrarian coloca a biblioteca pode separar os quadros também por assunto: Ficção, Infantil, Terror, Popular, Viagens, etc.

2) Destacar os funcionários da biblioteca:
Com um quadro destacando as fotos dos bibliotecários, auxiliares de biblioteca e estagiários cada um teria um pequeno perfil destacando os seus interesses, seção onde trabalha, habilidades, etc.
3) Destaque algumas palavras sobre um livro de um autor:
Se a biblioteca convidar um autor para falar sobre um lançamento de um livro de sua autoria coloque a capa do livro, ou uma foto do autor, links para a biografia, agenda do autor, ou ainda uma entrevista. Isto pode também ser feito para destacar um livro do mês.

4) Um quadro de aviso direcionado aos usuários da biblioteca:
Uma das possibilidades desta rede social é permitir ao usuário colaborar com informações ou fotos sobre determinado assunto que envolve a biblioteca. Pode ser fotos dos usuários na biblioteca, capas dos seus livros favoritos, ou ainda recomendação de leitura dos usuários, e quem sabe sugestão de compra de livros para a biblioteca. Esse canal pode ser uma forma poderosa de aproximar o usuário da biblioteca.
5) Criar quadro de sugestões dos próprios usuários: 
Uma outra possibilidade é deixar que o usuário direcione através de um concurso quais serão os eventos de leitura da biblioteca, contação de histórias, tópicos de pesquisas para ajudar nos deveres de casa, lista de livros para estudar para concursos, etc. Isto pode aproximar o usuário inclusive através de prêmios para aqueles que mais contribuem com dicas.
Para fechar o assunto do Pinterest o site The Next Web apresenta algumas dicas para iniciar no Pinterest.
Irei falar sobre elas em um próximo post.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Sites de Biblioteca para dispositivos móveis

Muito se tem discutido sobre a aplicação de dispositivos móveis na educação com o uso de tablets e o acesso aos sistemas da biblioteca pelo celular como como é isso?? Quero dedicar este post ao assunto que envolve a formatação do site da biblioteca para o acesso por dispositivos móveis em especial os celulares.
Algumas questões muito delicadas tem que serem abordadas:
Que dispositivo adotar? E qual o sistema que este dispositivo utiliza?
É certo que vemos vários smartphones surgindo e sabemos quais são os top de linha diga-se iPhone e todos os dispositivos com sistema operacional Android com tela de 4,3 polegadas, o importante é saber que modelo de website para dispositivos móveis a biblioteca deve ter para oferecer seus serviços a um usuário cada vez mais móvil e interativo.
Pensando nisso fiz um overview do artigo de Travis e Tay para poder apresentar aos bibliotecários brasileiros uma lista básica, que de acordo com a plataforma escolhida (iOS-iPhone, Android, Blackberry, Windows Phone, sem falar de outras menos usadas) o site da biblioteca pode ter:
- Horário de Funcionamento: incluir abertura e fechamento, isso ajuda ao usuário desesperado a encontrar um local para estudar para os exames finais.
- Espaço para Contato: pode ser via email, chat, ou até número de telefone desde que ao ligar o usuário seja atendido ou respondido.
- Endereço da biblioteca: com os dispositivos móveis disponibilizando GPS cada vez mais é possível incluir neste item desde o mapa do Google Maps como objeto incorporado no site, posicionamento global com coordenadas de latitude e longitude como texto, como também o endereço da rua para o envio de algum documento.



Todos estes anteriores podem ser escritos com um HTML básico.
Em seguida toda biblioteca deve oferecer links formatados numa tela de dispositivo móvel para:
- Acesso ao campo de busca no catálogo;
- Acesso a base de dados que a biblioteca assina;
- Perfil da biblioteca nas mídias sociais (Facebook, Twitter, Orkut, Delicious, etc)
- Links para Guias, FAQs e Notícias da Biblioteca.

E por último se a biblioteca tiver uma boa estrutura pode também oferecer links para:
- Reserva da sala de reunião e do laboratório de informática
- Webcam para ver como a biblioteca está ocupada
- Reserva, Renovação de Itens do Acervo.

A biblioteca da Universidade de Bath também está se aproveitando da tecnologia embarcada nestes dispositivos para também oferecer a tecnologia do código de barra QR (Quick Review) que todos conhecem mas acho que ainda não sabiam para que tipo de aplicação ele pode ajudar. Isto pode ser visto no link que apresenta o serviço de catalogação com o uso deste etiqueta de código.
Para finalizar um checklist foi elaborado por Travis e Tay para formatar o site da biblioteca para os celulares e coloco aqui a lista completa:
- Colocar na página do site original biblioteca um link para a página formatada para o celular com endereço m.nomedapaginadabiblioteca.br (o m indica mobile)
- Na página formatada para o dispositivo móvel colocar um link para a página original. (isto evita problemas com usuários que estão acostumados com o design da página original)
- O tamanho da tela deve ser um destes (176x220 ou 128x160 ou 320x480)
- Velocidade de carga compativel com W3C.
- Quanto ao visual:

  • - O texto e o fundo de tela deve ter contraste suficiente
  • - Informação em gráfico deve ter descrição em texto compativel
  • - O logotipo da biblioteca deve ser compativel com o tamanho da tela
  • - Links para formatos de telas de diferentes dispositivos
  • - Links intuitivos
- Quanto a navegação:
  • Deve possuir uma página principal descritiva
  • Deve ter espaço suficiente entre os links para evitar problema de acesso touch screen
  • Navegação vertical e horizontal que de acesso a outras páginas
  • Evitar ao máximo muita navegação para outros links
- A formatação deve também permitir a entrada de letras, números e caracteres para inserir senhas ou códigos diversos no catálogo da biblioteca.
- Os menus devem ser formatados de acordo com a tela do dispositivo móvil.
Resumindo os links devem ser pequenos para caber numa tela minúscula que permitam ao usuário se sentir satisfeito e confortável ao navegar no site da biblioteca caso contrário o projeto não terá sucesso.

Encontro Europeu de Automação de Bibliotecas 2012

O European Library Automation Group (Grupo Europeu de Automação de Biblioteca (www.elag.org) está promovendo o seu encontro anual de 2012 em Palma de Mallorca nas Ilhas Baleares na Espanha de 15 a 18 de Maio de 2012 na Universitat de les Illes Balears (www.uib.es).
Neste encontro os temas a serem discutidos este ano envolvem:
1-Biblioteca nas Nuvens (Libraries in the cloud) 
Discutindo os próximos sistemas comerciais de gestão de bibliotecas que irão compartilhar recursos nas nuvens através de ferramentas de descoberta de dados que serão utilizados para recuperar artigos de periódicos de bases de dados na internet, compartilhar itens do catálogo OPAC e claro os e-books. O que é preciso para adotar estas novas ferramentas? Que estratégia adotar? Quais os riscos de ter seus dados/acervo nas nuvens?
Veja a apresentação abaixo da Ellyssa Kroski:

2-Biblioteca Móvel (Mobile Library)
A transição dos usuários para o uso de dispositivos móveis (tablets, celulares, leitores de ebooks) está fazendo com que as bibliotecas necessitem atualizar o seu sistema e também poder fazer com que os dados sejam visualizados por estes usuários.
Veja a apresentação da Ellyssa Kroski:



3-Dados Abertos e Conectados (Open and Linked Data)
As bibliotecas estão aprendendo a reusar dados bibliográficos para oferecer aos seus usuários professores, estudantes, bibliotecários e pesquisadores informações que enriqueçam o conteúdo de outras fontes de informação que não sejam necessariamente bibliotecas.
Veja o documento preparado numa apresentação da Biblioteca Nacional da Suécia neste link em seguida veja a apresentação do Jon Voss do Smithsonian CTO que dá uma introdução sobre o assunto em Bibliotecas, Arquivos e Museus.



4-Realidade Aumentada (Augmented Reality)
O uso de aplicações que utilizam a tecnologia da realidade aumentada através de dispositivos móveis está só começando algumas delas inclusive já são objetos de estudo nas bibliotecas. Pensando nisso como os bibliotecários podem ajudar os usuários e eles próprios na utilização desta tecnologia.
Veja os videos a seguir:
Em inglês da Miami University - Dr. Bo Brinkman

Em português uma aplicação da Universidade Potiguar no Rio Grande do Norte



5-Dados para pesquisa (Research data)
As bibliotecas que tem construído repositórios de dados que trabalham com pesquisas de vanguarda nos últimos anos tem se deparado com esta possibilidade de compartilhar estas informações que possam gerar novas pesquisas. Um grupo de pesquisa foi criado para isso na Inglaterra para descobrir como as bibliotecas podem fazer alianças para desenvolver novas pesquisas baseado nestes dados do repositório.
Ver mais em http://www.jisc.ac.uk/whatwedo/campaigns/librariesofthefuture/research.aspx

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Evento Ebook no Goethe Institute São Paulo em setembro

Com a onda de ebooks/tablets trazendo impacto no mercado editorial e consequentemente nas bibliotecas o Goethe-Institut São Paulo, a Maison de France e o Instituto Cervantes com o apoio da Fundação Memorial da América Latina convidam para um colóquio internacional sobre o assunto.

O colóquio tem por objetivo discutir a mudança da leitura no papel impresso, existente há quase 600 anos para a leitura digital e interativa. 
Os e-books estão cada vez mais próximo do consumidor da informação, transformando o modelo tradicional das bibliotecas e dos negócios editoriais empresas como a Amazon e o seu leitor Kindle e a Apple e o seu iPad tem observado estas mudanças ocorrerem assim é importante discutir junto a comunidade de bibliotecários este assunto que está cada vez mais na moda.
OBS: Clique na Imagem para ver o programa original
Programação
8h
Recepção e credenciamento
9h
Abertura
9h30
Estado atual da questão: oferta, negociação, valorização e uso dos e-books nas bibliotecas acadêmicas francesas
Claire Nguyen, bibliotecária, diretora do Consórcio Couperin da Bibliothèque Interuniversitaire de Santé Paris
Os e-books estão presentes nas bibliotecas acadêmicas desde 2007. Entretanto, os bibliotecários franceses reclamam de uma falta de qualidade na ofertas desse suporte em sua língua, oferta irregularmente repartida segundo as disciplinas e os níveis relativos a cada uma delas, sendo mal adaptada à demanda. Por esta razão, os negociadores do consórcio Couperin tentam construir a oferta e seus modelos conjuntamente com os editores, a fim de sustentar o desenvolvimento dos e-books. É necessário igualmente valorizá-los [por meio de descrições e pela sua promoção], o que permitirá desenvolver também seu uso. A célula e-books do consórcio Couperin acompanha ativamente esse processo, tanto no terreno da biblioteconomia quanto no dos consumidores – e minha intervenção é uma síntese desse processo.
10h30
Experiências com e-books em uma biblioteca pública alemã
Frank Daniel, bibliotecário, diretor do departamento de serviços escolares e serviços eletrônicos da Stadtbibliothek Köln [Biblioteca Pública de Colônia]
Cada vez menos a nova geração compreende o sentido e a finalidade das bibliotecas. Na Internet pode-se obter informações atuais gerais e especializadas em qualquer hora e lugar. Além disso, houve um enorme aumento do uso de Smartphones, iPads, Tablet-PCs e e-Readers móveis. Juntamente com as lojas virtuais de e-books da Amazon, Apple e Google esta é uma ameaça real para o conteúdo tradicional das bibliotecas. Para continuar realizando sua tarefa clássica, uma biblioteca também deve disponibilizar na Internet fontes eletrônicas atrativas aos seus leitores, não acessíveis de forma gratuita. Uma possibilidade é o empréstimo digital online através da Firma DiViBib. Ele permite que usuários de bibliotecas façam o empréstimo de conteúdo digital licenciado pelas editoras como livros, audio-livros, músicas, filmes e jornais. O uso é por um período pré-determinado, através de download no computador ou dispositivo móvel do leitor. Em 2007 a Biblioteca Pública de Colônia foi biblioteca piloto e desde o princípio pode acompanhar a evolução do projeto. Atualmente são mais de 250 bibliotecas participantes, algumas delas também disponibilizam e-Readers para empréstimo. A palestra discute as seguintes questões: como funciona o empréstimo digital online e como é a experiência da Biblioteca Pública de Colônia? Como são disponibilizados os e-Readers? O que dizem os leitores? Quais as vantagens e desvantagens do empréstimo digital? Quais as alternativas para as bibliotecas públicas? Como será o futuro?
11h30 – discussão plenária
12h00 – intervalo para almoço – há restaurante por quilo no Memorial da América Latina
13h30
O e-book, um desafio à criatividade: o caminho a seguir sob a ótica da Espanha
Antonio Rodríguez de las Heras, doutor em Letras e Filosofia, diretor do Instituto de Cultura y Tecnologia da Universidad Carlos III de Madrid
Esta apresentação divide-se em duas partes. A primeira, dedicada a uma exposição das características deste fenômeno cultural que gera a mudança do suporte da escrita. A passagem do papel ao suporte digital provoca um efeito dominó que alcança o livro códice, a edição, a distribuição, os modos de leitura e a escrita. Todas as manifestações seculares da cultura escrita se vêem afetadas. A indicação de todos estes fenômenos de mudança será um dos objetivos desta primeira parte. Mudanças no artefato de leitura, no espaço de leitura [da página para a tela], na escrita [do texto ao hipertexto; da ilustração à escrita multimídia] e do conceito de obra [da encadernação à “nuvem”]. Apresentado este panorama que altera o até então estabelecido, a segunda parte estará centrada na resposta que as editoras [e os novos modelos de negócio], as bibliotecas [e a sua busca por novas funções], os hábitos e a mentalidade dos leitores e a criação dos escritores na Espanha.
14h30
O cenário editorial francês em matéria de e-books
Jean-Michel Ollé, editor, diretor editorial da Hachette Livre International
Desde 2010, a edição francesa entrou, após muita hesitação, na era digital. Os catálogos digitais 
começaram a ganhar corpo. A oferta às bibliotecas, historicamente limitadas nestes últimos anos às 
revistas e publicações científicas, se diversifica em direção à Literatura e às Ciências Humanas.
Subsistem ainda numerosos problemas, jurídicos, técnicos e comerciais – em termos de controle de preços, de respeito à propriedade intelectual, de interoperacionalidade de dados etc. Mas esses problemas vão sendo identificados e, pouco a pouco, a profissão se organiza para oferecer ao público e às bibliotecas conteúdos de qualidade no formato e-book.
15h30 – Intervalo para café
16h
E-books: um belo e novo mundo?
Christoph Freier, administrador de empresas, diretor da divisão de Entretenimento da GfK Panel Services Deutschland
Na Alemanha, o ainda jovem mercado de comércio via download foi responsável por cerca de 5% dos gastos com entretenimento no ano de 2010. Também no mercado de livros são aguardados novos impulsos através dos e-books. Neste contexto e tendo como exemplo o mercado alemão, as seguintes questões serão examinadas de forma mais detalhada:
  • Que papel o comércio de livros digitais desempenha se comparados a mercados de entretenimento vizinhos?
  • Em que medida o tema e-book é conhecido do consumidor final, qual a atitude do consumidor frente aos livros digitais? Quais barreiras existem? – Qual a situação atual do mercado de e-books? [tamanho, estrutura de vendas, gêneros, preços]
  • Como é avaliado o mercado de e-books sob o ponto de vista das editoras e livrarias?
  • Qual o potencial do mercado de e-books?
17h00 – Discussão plenária
Serviço:
Data: 8 de setembro de 2011, 5ª feira
Horário: 8h às 17h30
Local: Auditório Simon Bolívar – Fundação Memorial da América Latina
Avenida Auro Soares de Moura Andrade 664
São Paulo – Capital
Estação Barra Funda do metrô – estacionamento no local
Inscrição gratuita e antecipada através do email biblioteca@saopaulo.goethe.org constando nome completo, instituição e email. É obrigatória a apresentação de RG original para o empréstimo dos fones de tradução.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Mashpedia - Um enciclopédia recheada de Mashups

Imaginem uma enciclopédia como a Wikipedia só que formada de mashups.
Pois é já existe uma assim que você pode conhecer algo sobre determinado assunto através de várias mídias sociais como o Twitter, Youtube e também compartilhar com o Facebook e o Stumbleupon ela é a Mashpedia.

É bom lembrar que a Mashpedia possui versões em inglês e português onde se pode consultar imagens, videos, informações de livros sobre o assunto pesquisado e também um link com a famosa Wikipedia.
O único detalhe que não gostei foi que eles possuem links patrocinados logo na lateral a direita diferente da Wikipedia.

Library 2.011 Conferência - Futuro das Bibliotecas

A conferência Biblioteca 2.011 (Library 2.011) será uma toda ela organizada virtualmente e acontecerá nos dias 02 e 03 de Novembro de 2011. Patrocinada pela The School of Library and Information Science (SLIS) Escola de biblioteconomia e Ciência da Informação na San José State University.
Ela pretende discutir os desafios para bibliotecas e bibliotecários, o aumento do impacto da mídia digital e a revolução dos e-books, fontes aberta para a educação, letramento digital, Web 2.0, espaços multimídia e jogos, bibliotecas como centros comunitários, o crescimento de aprendizagem individual e autoaprendizagem, a biblioteca como centro de novos modelos de aprendizagem, compreendendo usuários da geração digital, avaliando os serviços ofertados, e a definição de liderança e carreira para o profissional da informação e um mundo em rede.
Para mais informações acesse http://www.library20.com/page/2011-conference

Panorama Biblioteca Publicas Espanholas Site

Este tópico foge um pouco da temática dos assuntos deste blog porém acredito que sirva para diversos colegas que pesquisam sobre bibliotecas públicas.
O Site do Ministerio da Cultura Espanhol oferece uma panoramica sobre a situação das Bibliotecas Públicas na Espanha.
Ao que parece este retrato poderia também ser feito aqui no Brasil em uma ação conjunta entre os Governos Federal e Estadual.
Nele é possível observar as condições de automação da Biblioteca em questão observando as funções:
- Gestão de Aquisição
- Catalogação
- Gestão de Periódicos
- Empréstimo
- Autoempréstimo
- Catalogo OPAC
- Estatísticas
- Empréstimo entre Bibliotecas
É possível notar cada vez mais que o valor investido na informatização segue crescendo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Influência nas Mídias Sociais

Tenho acompanhado as discussões sobre métricas nas mídias sociais e já vi vários aplicativos que procuram estabelecer medidas para saber o quanto a pessoa possui um perfil influente, um destes aplicativos que vi mais recentemente é o Klout que traz uma série de variáveis para saber se o perfil de alguém no Twitter ou Facebook é influente ou não.
Outra fonte que recebi via Twitter e achei interessante é a traduzida pelo Escave as Mídias Sociais mas, o que importa é a figura que peguei deles e está aqui.
Na verdade esta figura foi traduzida do blog do Tristane Losegui que tenta explicar como se dá esta influência. Vamos então ao que eles dizem e o que percebi sobre o assunto.
Os níveis de influência vão desde a influência do especialista até a do comunicador.
1. Especialista:
Deve ser referência em um determinado assunto. Isso significa não só o conhecimento de um assunto, mas evoluir. Ou seja, uma pessoa que não se limita a aplicar os conhecimentos já adquiridos. Normalmente, a habilidade de influenciar uma pessoa é amarrada a um tema específico. Que o Bruno de Souza do Escave as Mídias Sociais apresenta em dois exemplos para explicar: Seth Godin é uma pessoa influente em questões relacionadas ao marketing, mas não é influente no esporte. Avinash Kaushik é um rockstar em web analytics, mas não é uma referência na área financeira.
2. Capacidade de mobilizar:
As mensagens de uma pessoa influente, não só se espalham, mas conseguem que seus receptores façam alguma coisa (são mensagens que apelam para a ação.).  Desde refletir sobre um problema, comprar algo, de alguma forma mudar seus hábitos. Em suma, uma pessoa influente é capaz de inspirar seus seguidores.
3. Difusão:
Embora a influência seja independente da popularidade, uma alta capacidade de espalhar a mensagem denota capacidade de influência.
4. Comunidade:
A capacidade de difusão que acabo de falar é com base no tamanho e poder do primeiro círculo de seguidores desta pessoa. Eles são a base da comunidade que essa pessoa é capaz de gerar.
Esta comunidade também tem muitos seguidores fiéis, deve ser capaz de atrair e começar a chamá-los agora curadores de conteúdo. Essas pessoas serão aquelas que ajudam a espalhar a mensagem rapidamente.
Segundo Bruno de Souza do Escave as Mídias Sociais com isso é que a difusão da mensagem também depende da capacidade.
5. Comunicação:
Além de atender, é necessário ser um bom comunicador. Isto significa saber como transmitir bem a mensagem e adaptar a linguagem e o tom para a audiência (empatia). 
A ferramenta Klout oferece uma série de variáveis que podemos destacar abaixo vou tentar traduzir cada uma delas para Engajamento, Velocidade e Atividade nas mídias sociais
Engajamento
Quanto diverso é o grupo que passa mensagens para você?
Você está repassando ou participando de conversações?
Velocidade
Como você gostaria de ser retuitado?
Muitas pessoas retweetam você ou é sempre os mesmas seguidores?
Atividade
Você está tuitando muito pouco ou bastante para seu público?
Seus tweets estão gerando novos seguidores, retweets e respostas?

Veja aqui as variáveis para estes três casos

List inclusions, (Listas de Inclusão)
Follower/Follow Ratio, (Percentual Seguidores/Quem você segue)
Followed Back %, (Percentual de Seguidores trazidos por quem te segue)
Unique Senders,  (Quantidade de Mensagens Enviadas)
Unique Retweeters, (Quantidade de Retweets)
Unique Commenters, (Quantidade de Comentários)
Unique Likers, (Quantidade de Curtir)
Influence of Followers, (Influência dos Seguidores)
Influence of Retweeters e Mentioners, (Influência de quem Retweet e Menciona o Retweet)
Influence of Friends, (Influência dos Amigos)
Influence of Likers and Commenters (Influência dos que curtiram e comentaram no Facebook)
Para isso algumas questões são elaboradas para se poder compreender a influência e neste caso o 
Alcance
Seus tweets interessam e são capazes de informar algo para construir uma audiência?
Por quanto tempo o assunto que você comunicou está no Twitter?
As pessoas adicionaram você para listas e agora estas listas estão sendo seguidas?
Demanda
Quantas pessoas você precisou seguir para construir os seus seguidores?
Quantas pessoas seguem você de forma recíproca?