quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Videoconferência com a Presidente da ALA

Seguindo com o ciclo de palestra através de videoconferência do meu projeto de extensão da UFC Cariri Ferramentas de Gestão e Novas Tecnologias da Informação: ampliando horizontes nos cursos de Biblioteconomia e Administração gostaria de convidar-l@s para mais uma videoconferência, desta vez com a presidente da American Library Association (Associação Americana de Bibliotecas) a Sra. Camila Alire cujo tema será "Por que é importante defender as bibliotecas" em que terá a tradução simultânea.
A videoconferência será transmitida direto do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) no Rio de Janeiro amanhã dia 12/11/2009 quinta-feira. E será acompanhada aqui em Juazeiro do Norte-CE pelo IFCE (CEFET) e em Fortaleza-CE pelo Centec. À partir das 13hs (horário local) é importante chegar 30 minutos antes para se acomodar já que são apenas 50 lugares.
Esta videoconferência está sendo realizada pelo Consulado Americano no Rio de Janeiro juntamente com a American Library Association e tem a Organização Local pelo curso de Biblioteconomia da UFC Cariri juntamente com a Parceria da Associação de Biblioteocários do Ceará (ABC-CE), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará em Juazeiro do Norte-CE (IFCE) e do Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec).

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Software Livre ou Windows 7 uma opção para já?

Como minha formação é em tecnologia da informação sempre acompanhei a evolução da família de sistemas operacionais Windows.
Desde o Windows 3.1 que rodava no meu antigo 386 dx 33 (é o novo) passando pelo Windows 95, Windows 98, Windows ME (sim passei alguns meses com essa bomba), trabalhei numa empresa onde o Windows XP me ajudou muito a implementar a rede corporativa, e agora comprei um netbook que vem com ele, até os servidores Windows 2000 e 2003 com o Active Directory e as funcionalidades de compartilhamento de arquivos e segurança(que exigia inúmeras atualizações). Por último meu notebook um Acer Aspire 5920 veio com o Windows Vista que a principio tinha muitos recursos novos mas me deu uma dor de cabeça danada em um concurso público devido a uma atualização de sistema justamente no dia em que ia fazer a prova didática.
No início da minha carreira ainda como estagiário cheguei a trabalhar com o sistema Unix da Santa Cruz Operation e também tive contato com o Linux e o Aix. Mas agora bateu a vontade de realmente tentar instalar uma partição do Linux no notebook e ver se consigo usar todos os aplicativos que utilizo no Windows sem ter que fazer uma "adaptação" ou perder tempo.
Mas esse post é para falar do lançamento do Windows 7 que para muito tem a velocidade que o Vista não tinha e a segurança que os Hacker ainda não descobriram.
Estava vendo o comparativo entre os sistemas XP, Vista e o Windows 7 da própria MS e pude perceber algo interessante para pessoas como eu que estão utilizando cada vez mais a mobilidade de um notebook que é um maior aperfeiçoamento no gerenciamento da bateria que permite uma maior duração dela e um outro problema que é a possibilidade de entrar e sair da hibernação mais rápido, um outra funcionalidade que achei interessante é a possibilidade organizar vários arquivos (docs, fotos, musicas) de forma mais rápida isso é válido quando se tem um computador com alta capacidade de HD e milhares de arquivos contidos nele.
Quanto ao preço a Microsoft divulgou os preços do Windows 7 Professional (suscede o Vista Business) para upgrade é o seguinte: (dólar a R$ 1,83)
  • Normal (código FQC-02371) - 397 reais
  • Promocional (código FQC-02633) - 338 reais
  • Acadêmico (código FQC-02312) - 149 reais
Este valor era da lista de revenda de setembro.

Aqui vão algumas análises das versões beta feita por usuários do Windows 7
Geekrules
Adrian Hughes - Zdnet
Agora claro que não poderia deixar de colocar um video comparativo entre o Windows 7 e o Ubuntu a turma do Linux não iria me perdoar. O vídeo é sobre comparativo do tempo de boot (inicialização) deste sistema com o Vista e com o Linux Ubuntu 9.10.


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Espresso Book Machine - Máquina Expressa de Livros

John Bivens, chefe do serviço e suporte para livros sob demanda. Foto Espresso Books Machine(AP Photo/Jeff Chiu)
Você já se deparou com aquela vontade de pegar um livro digital e ter que imprimir uma cópia dele para ler?
Ou ainda você verificou que tinha um livro esgotado que só tinha 3 exemplares e precisava digitalizar para imprimir uma cópia?
Eis que a Google Books está oferecendo uma máquina de US$ 100.000 (cem mil dólares) que vai resover estes problemas!!
A máquina chamada "The Espresso Book Machine" promete imprimir em cerca de 5 minutos um livro colorido incluindo a capa. Ela faz parte do projeto On Demand Books da Google que ajuda na digitalização de livros para compor o site da Google Livros que já possui cerca de 2 milhões de livros digitalizados.
Por trás disso está o fato de a Google ter passado os últimos 5 anos escaneando livros para o formato digital que agora irão retornar ao formato impresso.
O interessante é que segundo a Google o preço sugerido para cada cópia de livro de até 300 páginas fica em US$ 8,00 (oito dólares) cerca de R$ 16,00 porém alguns estão dizendo que pode chegar a casa de US$ 1,00 a US$ 2,00 (dois dólares).
Sabe-se ainda que desta coleção de dois milhões de livros digitalizados em sua maioria são livros antigos que já se encontram em domínio público como por exemplo Moby Dick de 1926 de Herman Melville. Mas existem outros que estão digitalizados também, porém protegidos por direitos autorais que achei super interessante como o Library 2.0 do Michael Casey.
A máquina já está disponível nos EUA, Canadá, Austrália e Inglaterra. Aqui estão os endereços onde elas se encontram.
Agora é esperar para ver se a máquina vai vingar ou se a associação de editores de livros vai aceitar isso...
Veja também http://www.ondemandbooks.com
Veja também na Revista Time algo sobre a máquina de livros expresso
Veja os vídeos em inglês da Espresso Book Machine abaixo no Youtube.


Espresso Book Machine 2.0 em Londres.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Midias externas...


E eu que pensei que meu hd externo ia ser só sucesso!!
A kingston lançou recentemente um pendrive de 256 GB ou seja daqui a pouco vamos realmente aposentar os discos externos e usar só memória flash.
As taxas de transferência de arquivos são de 20 MB/sec para leitura e 10MB/sec para gravação.
O Data Treveller 300 custa 565,67 libras no Reino Unido, aproximadamente cerca de R$ 1770 e o seu lançamento foi no dia 20 de julho de 2009.
É compatível com o Windows (7, Vista, XP, & ReadyBoost), Mac OS X10.3+, e também com Linux.
Porém para aqueles que desejam um gadget como esse por enquanto segundo o site the Register ela só vai por encomenda.
Ainda há quem queira comprar CD-ROM para fazer o backup (700 MB) este pendrive de 256 GB permite guardar, por exemplo, mais de 17 mil minutos de vídeo MPEG1, ou mais de 195 mil documentos do Microsoft Word.
A idéia de ter um dispositivo que não necessita de consumo de energia nem de dispositivo de leitura mecânico que existiam no HD vai de encontro ao que a indústria está colocando como TI verde.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

SOPAC 2.0

Falei no post passado de dois exemplos que usam o SOPAC porém não falei do local onde é possível baixar a ferramenta.
A ferramenta foi escrita e é mantida por John Blyberg que trabalha nos dois locais que foram citados.
Blyberg é Diretor Assistente e é responsável pela área de Inovação e Experiência com o usuário da Biblioteca de Daren Library em Connecticut e já havia trabalhado na biblioteca de Ann Arbour uma das mais citadas quando se fala de Biblioteca 2.0
A ferramenta é open source e possui módulos de RSS, lista de desejos, notificação via SMS(celular), suporta recomendação de usuários, internacionalização do conteúdo e várias outras funcionalidades e melhoramentos.

SOPAC - Mais social que isso jamais!!


Não venho aqui para falar de uma Sociedade Produtora de algo mas de uma ferramenta social utilizada na Biblioteca 2.0, o Social OPAC(On-line Public Access Catalog-Catálogo Público de acesso em linha).
O Social OPAC segundo Josh Hadro foca na comunidade de usuários e desenvolvedores de software para biblioteca incorporando sugestões através de comentários semelhantes aos feitos em blogs na área do catálogo presente no site da biblioteca algo semelhante ao Library Thing e ao BiblioCommons.
O usuário deve se cadastrar no site da biblioteca para fazer algum tipo de comentário ou ainda para reservar ou fazer o empréstimo fazendo com que de acordo com as sugestões o acervo da biblioteca seja assim composto pelo que o usuário deseja. O usuário pode também numa área personalizada por ele conhecida como mylibrary fazer revisões ou ainda dar relevância a determinados itens semelhante ao modo como a Amazon faz para avaliar os livros.
Alguns bibliotecários que participaram de alguns cursos ou disciplinas ministradas por mim já me perguntaram como seria a indexação feita pelos usuários no catálogo da biblioteca? e eu sempre colocava alguns exemplos teóricos mas que ainda não são, até aonde se tem notícia, adotados aqui no Brasil porém que já podem serem encontrados em bibliotecas americanas.
Encontrei este exemplo e gostaria de compartilhar aqui com vocês já que o Murakami do BSF citou em um dos seus posts.
As bibliotecas em questão são a biblioteca pública "Darien Library" em Connecticut que possui um acervo de mais de 155 mil livros e 300 assinaturas de revistas.
A outra biblioteca é a biblioteca pública "Palos Verdes Library District" na California, que possui um SOPAC 2.0 mas que diferente da anterior traz já no cabeçalho do website acesso para os softwares sociais MySpace e Facebook(rede social), o canal de vídeos da biblioteca no Youtube, o seu usuário no Twitter, e as tags sociais no delicious. Vale citar algo de impressionante neste site que todos devem conferir é o espaço do calendário de eventos(Events Calendar) vejam como é tudo muito bem organizado.
E só para registrar...

A biblioteca pública de Palos Verdes possui um planejamento estratégico em seu site que pode ser acessado por todos.
Será que alguma biblioteca pública brasileira já pensou nisso??