terça-feira, 27 de maio de 2008

Um novo ambiente Wiki

Ministrando no minicurso sobre Wikis, e mostrando que a coloboração trazida pela Web 2.0 como forma de representar oportunidades para sites de conteúdo e instituições encontrei três sites que criam e oferecem suporte pessoal de ambientes Wikis, a saber: Wetpaint: www.wetpaint.com , PbWiki: www.pbwiki.com e Tiddlyspot: www.tiddlyspot.com e em um deles (Wetpaint) aproveitei para divulgar um projeto nosso de abertura de um site wiki que explana e abre espaço colaborativo para idéias, conceitos de costumes, crença, turismo e outros da região do Cariri.
Iniciamos alguns tópicos e gostaria de contar com a ajuda de todos nessa colaboração!
O endereço é: http://wikiriri.wetpaint.com

terça-feira, 20 de maio de 2008

Em busca de ferramentas tecnológicas e colaborativas para a Biblioteca


Esta semana iniciei uma aula sobre a ferramenta Wiki, que para Maness (2007) " são essencialmente páginas web abertas, onde qualquer pessoa registrada no wiki pode publicar nele, melhorá-lo, e mudá-lo".

Com os estudos para a apresentação, percebi que o wiki é um ótimo recurso para a Biblioteca 2.0 que está vindo à tona, pois funcionam como uma sala de discussão em grupo sobre determinado tema e que, dentro deste ambiente, essas indagações estarão arquivadas por um grande período de tempo, servindo como uma fonte de referência para posteriores qustionamentos.

A coletividade e a colaboração faz com que o wiki seja diferente das outras páginas da internet pelo fato de estar disponível em um tipo de rede horizontal, em que "eu" coloco o meu conteúdo e "você" pode alterá-lo e que essa interação permite a geração de conhecimento e, conseqüentemente de uma maior audiência por parte dos usuários.

Como os wikis atingiram uma grande expansão e abrange um considerável número de assuntos, iniciativas, grupos, organizações e até de universos fictícios, como cinema, música e teatro, ela deve ser um recurso de grande valor e utilidade pelas atuais bibliotecas, e que algumas delas já constroem até o seu próprio espaço wiki, como as Bibliotecas da Universidade de Ohio, centro-oeste dos Estados Unidos, que contem artigos sobre livros de referência, bases de dados, Web site, e outras guias da pesquisa.

Então, a biblioteca deve promover relações com a dinâmica de conteúdos Web 2.0, como os wikis.

sábado, 17 de maio de 2008

11 Questões sobre automação com Adelaide Côrte



Há exatamente um mês atrás tivemos a excelente possibilidade de realizar a segunda videoconferência do nosso projeto "Ferramentas de Gestão e Novas Tecnologias" com a Especialista e Autora de Livros sobre Automação de Bibliotecas e Arquivos a Sra Adelaide Ramos e Côrte com a participação especial do Sr. Hélio Kuramoto do IBICT.
Para brindar aos alunos só agora publico aqui algumas questões que foram levantadas em sala de aula para que a experiente especialista pudesse responder na semana seguinte à videoconferência.
Eis aqui uma seleção de 11 questões que achamos excelentes o contexto e a resposta!!
1. Na sua concepção: o que impede que muitas bibliotecas universitárias, nos dias de hoje, ainda estejam com um processo lento de automação?
Alguns aspectos, dos abaixo relacionados, devem estar falhando
a)Falta de apoio político institucional
b)Entraves gerenciais – burocracia, escassez de orçamento, dentre outros
c)Parque computacional inadequado
d)Incompreensão do processo como um todo, pelo bibliotecário
e)Apresentação de um projeto competente, pela biblioteca, ao gestor

2. Você acredita que a automação de bibliotecas possa alcançar as bibliotecas escolares? Porque nos dias de hoje, isto ainda é tão difícil? Certamente. E aí reside também nossa esperança para um ensino com maior qualidade. A informatização das escolas públicas é uma das metas previstas no Plano Nacional de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em 2007 pelo Governo Federal. O programa responsável pela informatização das escolas é o Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo), que existe desde 1997. Este programa é um passo importante para a informatização das bibliotecas escolares. Hoje ainda é difícil, porque o Proinfo ainda não está concluído. Mas, como sociedade civil podemos cobrar agilidade neste processo.

3. Como é feito o sistema de gerenciamento de bibliotecas?
Sem sombras de dúvidas, o processo de gerenciamento de bibliotecas diz respeito à capacidade que o gerente possui de fazer com que os recursos humanos cumpram a missão da biblioteca, com os recursos materiais, orçamentários e financeiros disponíveis. Gerenciar é administrar pessoas e conflitos. Não podemos nos esquecer disto. O gerente por sua vez, dispõe de recursos que permitem realizar suas funções com maior precisão. No caso do processo de automação de bibliotecas é necessário que o software adquirido contabilize estatísticas de circulação, processamento técnico, seleção, aquisição e intercâmbio, atualização de tesauro e listas de autoridades, por período; emita relatórios de circulação por assuntos mais consultados; emita relatórios de circulação por tipo de documentos, por período e acumulado; emita relatórios de empréstimos, por períodos; emita relatórios de entrada e recebimento de documentos, por período; auxilie no inventário com utilização do coletor de dados inteligente e apresente listas de usuários, por categorias.

4. Na perspectiva da Web 2.0, qual software você indicaria para gerenciar uma biblioteca, sendo aquele que dispõe de serviços interacionais?
Aquele que atender todos os requisitos para o desempenho das atividades do ciclo documental: seleção, aquisição, catalogação, classificação, indexação, circulação, guarda, armazenamento, emitir relatórios gerenciais, e cumprir os padrões mínimos internacionais tais como: formato Marc e os vários protocolos de comunicação de dados, tais como o Z39.50 e a ISO 2709.

5. Do surgimento designação “Automação de Bibliotecas” até os dias de hoje, o objetivo é o mesmo?

Inicialmente, a expressão automação, automatização de bibliotecas, estava voltada para a atividade de processamento técnico da informação: catalogação, classificação e indexação, enfim, a criação, manutenção e atualização de bases de dados. A evolução privilegiou o atendimento ao usuário e o processo gerencial.

6. É verdade que os serviços oferecidos pelas bibliotecas parece que são orientadas a um usuário genérico, não levando em conta as preferências do usuário quanto o acesso a informação?
Esse é um engano, um erro, ou uma falha no processo. Todo processo de automação deve privilegiar as necessidades dos usuários. E as leis de Ranganathan ainda prevalecem: para cada leitor o seu livro e para cada livro, seu leitor.

7. Que função tem a TI na automação de bibliotecas?
A automação de bibliotecas remonta à década de 60 nos EUA. No Brasil, à década de 70. O mercado da época apresentava grandes computadores com capacidade de armazenamento muito inferior à de um micro de hoje. Mas naquela época a proposta era de criação de grandes bases de dados. Ainda na década de 1970, a EMBRAPA, por exemplo, a Biblioteca Nacional de Agricultura – BINAGRI, assinavam bases de dados estrangeiras e mensalmente recebiam as fitas com os dados atualizados que repassavam aos usuários via serviço de disseminação seletiva de informações - DSI. Hoje, os grandes computadores deram lugar aos microcomputadores, com capacidade de armazenamento infinitamente maior. Tal como evoluíram as tecnologias de informação, evoluíram os softwares de automação de bibliotecas. Das bases de dados para o processo total do ciclo documental. Por isso, estamos na dependência total das TIs, quando falamos de automação de bibliotecas.

8. No nosso país, automação de biblioteca é mais presente em qual ambiente, grandes centros de informação ou de ensino?
No ensino, nas grandes universidades, talvez pela força da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação que vincula o conceito A das universidades a um bom sistema de automação de suas bibliotecas. E hoje, a concorrência entre as universidades é grande e todas querem obter o conceito A junto ao MEC, para ampliar seus cursos e seus alunos.

9. É necessário muito recurso para automatizar uma biblioteca?
Sim. Muito para uns e pouco para outros. São necessários recursos para aquisição de software, que hoje gira em torno de 50 a R$100 mil. Recursos para equipar a biblioteca com computadores, recursos para treinamentos e manutenção do sistema.

10. Quais são os desafios de seus usuários?
Os desafios voltados aos usuários dizem respeito ao treinamento e confiança no novo sistema.

11. Qual a sua principal mudança sofrida pela biblioteca após a sua automação?
Agilidade no empréstimo de documentos, facilidade na renovação e reserva e redução da fila de empréstimo de documentos, no balcão de empréstimo.

Sugiro que os comentários venham informando a qual questão se refere. Desculpem a demora na publicação aqui no blog.

Mais uma vez agradecemos por esta oportunidade à Sra. Adelaide Côrte.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Divulgando o projeto de Videoconferência


Nesta quinta-feira, no recém-ingresso de Biblioteconomia, tive a oportunidade de divulgar o projeto do Prof. David: Ferramentas de Gestão e Novas Tecnologias: ampliando os horizontes nas áreas de Biblioteconomia e Administração, em que já realizamos duas palestras com profissionais renomados das duas áreas: o Eng. Dr. Renato Santiago Jr e a Bibliotecária Ms. Adelaide Ramos e Côrte que trouxeram discussões sobre temas bastantes atuais, como a Gestão do Conhecimento e a Automação de Bibliotecas. Tendo como principal recurso tecnológico, a videoconferência.
O bibliotecário, na verdade, gerencia recursos informacionais e trabalha com tecnologias de ponta para tornar a informação acessível ao usuário final.
A finalidade deste projeto é analisar a expansão de novas modalidades formação e aprendizagem à distância ou semi-presencial, baseados em planejamentos instrtutivos em suporte como videoconferências e formação através da internet.
Esta visão se apresenta como alternativa viável na medida em que propicia uma interação que rompe barreiras de espaço e tempo, tendo como efeito, um ambiente de aprendizado mais flexível.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

MInicurso Ferramentas Web 2.0


Ontem conclui a 1ª etapa do minicurso sobre Ferramentas Web 2.0 para Profissionais da Informação: Blogs, que foi dedicado ao meu curso de Biblioteconomia, da UFC - Cariri.Os alunos aprenderam a desenvolver e usar essa nova ferramenta e aplicar ao uso bibliotecônomo, bem como técnicas de recursos de terceiros para atrair internautas.Em breve estarei divulgando os endereços dos Blogs... Agora tenho que preparar um material sobre Wikis também voltado para a Biblioteoconomia.

Aceito sugestões...

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Série Grandes Bibliotecas - 3a parte



Continuando com a nossa série das grandes bibliotecas chegamos à 3a parte dela. Desta vez abordando as bibliotecas da Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Finlândia e não posso deixar de esquecer a dos nossos patrícios e ancentrais, a de Portugal.
- Finlândia - Biblioteca Nacional da Finlândia - situada em Helsinque possui em seu acervo 2.6 milhões de ítens alguns da época de 1640 tendo passado pelo império russo. Em sua coleção existem papiros do século 3 a.C. e o livro mais velho impresso na Finlândia. Possui bases de dados voltadas para a cultura finlandesa e uma base estatística de todos os ítens do acervo que formam a rede de bibliotecas do país.
- Grécia - Biblioteca Nacional da Grécia situada em Atenas, possui uma construção atualmente toda ela em mármore com apenas 2.500 m2, porém segundo texto da Joanna Demopoulos a biblioteca está com uma série de problemas pelo pequeno espaço (acervo de 1.000.000 de ítens) e um sistema com dois catálogos que serão resolvidos com os projetos de modernização que estão em andamento.
- Hungria - A Biblioteca Nacional da Hungria fundada em 1802 tem o nome do aristocrata húngaro conde Ferenc Széchényi. Em 1846 foi construido um prédio para abrigar a biblioteca e o Museu Nacional da Hungria mas em 1949 eles foram separados para finalmente em 1985 ele se mudar para o Buda Castle Palace. Possui 7 milhões de ítens em seu acervo sendo 2 milhões de livros e o restante manuscritos, periódicos, mapas e partituras musicais. Em sua coleção está presente o primeiro livro editado na Hungria em 1473 chamado Chronica Hungarorum. Possui ainda o projeto de uma biblioteca digital renascentista chamada Bibliotheca Corviniana Digitalis.
- Irlanda - National Library of Ireland a Biblioteca Nacional da Irlanda está situada em Dublin foi estabelecida em 1877 e o atual prédio é datado de 1890. E sua biblioteca digital que faz parte do projeto da biblioteca digital européia possui em sua coleção manuscritos e fotografias digitalizadas da cultura irlandesa.
- Islândia - Landsbókasafn Íslands – Háskólabókasafn - Biblioteca Nacional da Islândia - situada em Reykjavik possui um acervo de 450.000 volumes e 14.000 manuscritos foi estabelecida em 1818 e o novo prédio teve sua construção completada em 1994 compreende a biblioteca nacional e a universitária da Islândia e possui em sua coleção principalmente títulos estrangeiros e uma coleção especial de trabalhos de dois autores famosos daquele país (Halldór Laxness and Jón Sveinsson). Possui uma biblioteca digital (timarit.is) com itens digitalizados de periodicos das Ilhas Faroe, Groelândia e Islândia.
- Portugal - A Biblioteca Nacional de Portugal situada em Lisboa, foi criada em 1796 com o nome de Real Biblioteca Pública da Corte possui entre os seus tesouros a Bíblia de Cervera, precioso iluminado hebraico do séc. XIII e a invenção de Gutenberg, a Bíblia de 42 linhas (1454-55). Possui ainda uma biblioteca digital que traz uma coleção composta de ítens dos autores José Saramago, Alberto Caeiro(Fernando Pessoa), Bocage e Florbela Espanca.
Lembrando aos que visitam sempre este blog, todo dia 12 de cada mês teremos um conjunto de grandes bibliotecas para apresentar.

sábado, 10 de maio de 2008

ENANCIB 2008 - Data limite submissão


O ENANCIB (Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação) 2008 já está com a data limite de submissão de trabalhos definida.
Assim como o SNBU 2008 o Enancib irá acontecer na USP.
Aqui estão as informações mais importantes:
- Submissão de Trabalhos Data limite: 30/05/2008
- Normas para trabalhos
Os grupos de trabalhos estão divididos em:
GT1- Estudos Históricos e Epistemológicos da Informação
Coordenadora: Lena Vania Ribeiro Pinheiro (IBICT)
GT2 – Organização e Representação do Conhecimento
GT3 - Mediação, Circulação e Uso da Informação
Coordenadora: Regina Maria Marteleto (UNIRIO)
GT4 – Gestão da Informação e do Conhecimento nas Organizações
Coordenador: Ricardo Barbosa (UFMG)
GT5 – Política e Economia da Informação
Coordenadora: Prof. Dra. Sarita Albagli (IBICT)
GT6 – Informação, Educação e Trabalho
Coordenadora: Helena Maria Tarchi Crivellari (UFMG).
GT7 - Produção e Comunicação da Informação em CT&I
Coordenadora: Ida Regina Chittó Stumpf (UFRGS)
GT8 - Informação e Tecnologia
Coordenador: (a definir)
O evento irá acontecer entre os dias 28 de setembro a 01 outubro de 2008.

Semeando Informação na Web


Nas minhas aulas deste semestre trabalhei no sentido de ampliar a visão do bibliotecário em torno das sementes de informação que estão se espalhando pela internet.
Estas sementes chamadas em inglês de Feeds e já foi comentada aqui pela Vânia. Elas oferecem algo que há muito tempo é cobrado como solução para divulgar informações na internet.
Algumas vezes já fui chamado para ajudar na divulgação de determinado evento da universidade enviando uma lista com inúmeros emails cadastrados.
Porém esta solução é primária e absolutamente fora de cogitação quando temos esta tecnologia à nossa disposição.
Algo a deixar claro, é que não envolve nenhuma ciência, e sim ensinar os potenciais usuários ou clientes, a cadastrarem o feed do site em questão para ficarem atualizados instantaneamente quando este tem uma notícia ou post publicado.
Falando na linguagem científica alguns autores chamam isto de informação seletiva na Web e muitos sites colocam como RSS(Really Simple Sindication) e que em muitos sites vem com uma imagem , que cada vez mais está se tornando conhecida.
Apesar de já estarmos há vários meses no ar só agora estamos disponibilizando o nosso feed para aqueles que lêem o nosso blog e querem assinar é só clicar no ícone que está à direita do blog e selecionar um agregador de notícias.
Se quiserem saber mais sobre esta tecnologia aqui estão alguns sites que exploram ela há algum tempo.
Bruno Torres,

Rafael Arcanjo

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Raridade on-line

A Fapesp divulgou nesta última semana a iniciativa do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo - USP em digitalizar o primeiro dicionário da língua portuguesa disponibilizando o acesso público e gratuito na internet. O Vocabulário portuguez e latino, de autoria do padre Raphael Bluteau (1638-1734), que nasceu em Londres e mudou-se para Portugal em 1668. Segundo a coordenadora do projeto Dicionários no IEB, Márcia Ribeiro, em entrevista à Fapesp, o dicionário é composto por cerca de 43,6 mil verbetes e sistema de busca online permite ainda a navegação pelo dicionário por meio de cada letra do alfabeto. A obra está disposta na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin do IEB.
Vale a pena conferir!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Feed-se


Primeiro exemplar da Revista Feed-se, o primeiro agregador de feeds em revista do Brasil, antes anunciada como uma bricadeira em 1° de abril, foi lançada e está disponível em baixa e alta resolução num site, ainda em construção.

O usuário pode solicitar a assinatura cadastrando seu e-mail e ficar recebendo os exemplares, tanto em formato PDF como o próprio Feed.

Eu já fiz o meu download e, confesso que vale a pena conferir!
Editores:

5 Mandamentos do Blogueiro


Estou ministrando um minicurso sobre ferramentas Web 2.0 e, abordando o tema BLOGS, gostaria de divulgar aqui 5 mandamentos para um blogueiro e fica à disposição de todos que quiserem sustentar um blog na Web:

1 - Focar num tema específico de seu domínio
2 - Aprender a colocar em prática técnicas de SEO
3 - Ser um leitor e comentador assíduo de outros blogs
4 - Postar diariamente
5 - Ter um bom RSS

Seguindo esses passos com certeza seus posts serão bem divulgados.

Fonte: INFO exame