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domingo, 30 de março de 2014

O corpo humano como mediador da Internet das Coisas

O fenômeno do Big Data está possibilitando o desenvolvimento da "Internet das Coisas" imagine só o corpo humano como o centro desse espaço onde tudo que ele usar estará conectado por meio de sinais de rádio frequência à grande rede. 
Segundo a Wikipedia a "Internet das coisas" (em inglês: Internet of Things) é, em certa medida, fruto do trabalho desenvolvido pelo MIT Auto-ID Laboratory, recorrendo ao uso do RFID (Sistema de Rádio Frequência por Identificação) e Wireless Sensor Networks. 
O objetivo foi, desde o início, criar um sistema global de registro de bens usando a single numbering system chamado Electronic Product Code (EPC). A Internet das coisas é uma revolução tecnológica que representa o futuro da computação e da comunicação e cujo desenvolvimento depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia. De acordo com gráfico da Cisco em 2020 50 bilhões de dispositivos estariam conectados enviando informações para a internet. Quanto ao uso destes dispositivos inteligentes em bibliotecas, de acordo com Roullard (2013) muitos usuários de bibliotecas possuem smartphones que poderiam receber informações de interesse sobre um livro que está disponível, ou uma sala de estudo em grupo que foi reservada. 
Bibliotecas Universitárias americanas, como a de North Carolina State University (NCSU) já estão oferecendo aos professores que desenvolvem pesquisas com realidade aumentada e interfaces inovadoras o empréstimo do Google Glass para projetos de aplicativos. Outros exemplos de dispositivos inteligentes são os Implantes inteligentes (BioHackables), Óculos Digitais (Augmented Reality), Tatoo Digital (Wearables), Dispositivos Inteligentes (Enchantables), Roupas Inteligentes (Surroundables) e Pílulas Inteligentes (Swallowables). O infográfico a seguir exemplifica cada uma desses dispositivos que estariam conectados a rede mandando informações.
 
Por último, Kroski (2013) destaca sete coisas que as bibliotecas poderiam fazer utilizando o Google Glass: 1) Melhorar as visitas dos usuários na Biblioteca;
2) Gravar e registrar eventos ocorridos na biblioteca; 
3) Proporcionar informação útil a pesquisadores que estão neste espaço; 
4) Gravar vídeos tutoriais para divulgar uma técnica;
5) Fornecer o reconhecimento ótico de caractere para portadores de deficiência; 
6) Possibilitar a tradução em tempo real de texto lidos por estrangeiros;
7) Estabelecer uma comunicação com tradução simultânea entre dois portadores destes óculos.

domingo, 26 de outubro de 2008

RFID nas bibliotecas brasileiras

A exatos um ano atrás, comecei a falar de RFID aqui no blog e as expectativas continuam no sentido de conseguir viabilizar a tecnologia no espaço das bibliotecas brasileiras.
Já sabemos que a etiqueta de RFID tem como principio, ser composta de um pequeno chip inserido numa etiqueta adesiva que contém dados gravados digitalmente no chip que identificam aquele produto/embalagem.
Várias empresas já oferecem a etiqueta, junto com todos os equipamentos(hardware) e software necessário para gerir aquele espaço. Um equipamento faz a leitura do sinal captado por uma antena chamada transponder, e um código eletrônico do produto (EPC) identifica-o junto ao sistema.
Para ver mais detalhes desta tecnologia veja o vídeo da siemens que está no youtube logo aqui abaixo neste post.
O video trata ainda de 5 passos para implementar esta tecnologia de autoria de John Loiacono da SUN Microsystems.
São eles:
1- Identifique os objetivos do seu negócio.
2- Defina como irá utilizar a tecnologia.
3- Considerar questões de integração com o sistema que a biblioteca utiliza.
4- Após testar, construir e passar a utilizar a solução selecionada.
5- Sustentar e melhorar a tecnologia que foi adotada na biblioteca.


E você já implementou a tecnologia de RFID na sua biblioteca?? o que me diz??

domingo, 9 de dezembro de 2007

Biblioteca Pública Canadense seleciona RFID



Uma tecnologia que já vem ganhando mais e mais bibliotecas como clientes - o RFID (Etiqueta de Radio Frequencia por Identificação) - que alia uma etiqueta que contempla um chip e um sistema de antenas para ativar e desativar seu sinal de identificação do material juntamente com um software para cadastrar e gerenciar sua movimentação do que se encontra no acervo vem acelerando o passo na Europa e agora no Canadá a Biblioteca Pública de Brampton em Ontario com um acervo de 562 mil itens acaba de adotar este sistema para gerenciar toda ela. Aqui no Brasil até onde se tem notícia somente algumas bibliotecas o adotaram você conhece quais bibliotecas já adotaram aqui no Brasil esta tecnologia??

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

RFID, coletores de dados inteligentes e a mudança de cultura!!


A todo seminário falando sobre novas tecnologias umas das passagens mais marcantes pelos estudantes é a que diz respeito aos coletores de código de barra inteligente e as etiquetas de RFID. Mas será que esta tecnologia tão marcante para quem trabalha com inventário e controle de circulação de materiais realmente nos tempos atuais ainda causa impacto na cultura dos funcionários de uma biblioteca?? As etiquetas de RFID(rádio frequência por identificação) estão se tornando cada vez mais presentes em locais onde é necessário acompanhar a circulação de materiais e nas bibliotecas isso já é realidade?