segunda-feira, 16 de maio de 2011

Automação na Biblioteca da Universidade de Chicago cadê o bibliotecário?

A biblioteca Joe and Rika Mansueto que faz parte do sistema de Bibliotecas da Universidade de Chicago está inovando no uso de um sistema de automação de seu acervo que vai deixar o código Dewey como lembrança para os mais antigos!.
A promessa é que o uso de um sistema de organização baseado em código de barras junto com um guindaste irá organizar todo o acervo mais novo da biblioteca que será guardado em um grande depósito com vários caixotes que está localizado nesta redoma da figura ao lado. Assim a idéia é ter uma biblioteca híbrida onde o usuário faça as pesquisas no catálogo do acervo e logo em seguida se encontrar o guindaste vai até o caixote e retira o livro para o usuário.
Imagine então que aquela tarefa de o usuário de percorrer corredores e localizar o código Dewey na prateleira vai ficar cada vez mais obsoleto. Em síntese mais espaço é destinado para as pesquisas on-line.
De acordo com Daniel Moore do ponto de vista operacional, isto faz sentido! não haverá mais preocupação do pesquisador/bibliotecário com livros que foram retirados da estante ou colocados em lugares distintos do original como também poderemos notar a redução do tempo na recolocação de volumes na prateleira que será tarefa dos robôs e os livros serão acondicionados em um local mais adequado. Diminuindo assim a frustação de não ter encontrado um livro que por acaso dizia no sistema que estava disponível mas não estava no local destinado.
Veja mais sobre esta nova biblioteca que abrirá suas portas esta semana no vídeo abaixo

Um comentário:

Gustavo disse...

Não é exatamente um guindaste. A ideia de equipamentos assim para buscar livros nos armazéns é antiga. Boa parte das bibliotecas nacionais, como a do Brasil e a da França, utilizam sistema de classificação fixo, em que cada livro tem seu lugar definido na estante e quando são retirados são substituídos por um "fantasma" de forma a não perder o espaço na estante e danificar os livros.

De qualquer forma é um tanto anacrônico fazer isso quando temos algumas bibliotecas mudando todo seu acervo para ebooks.