Pesquisar este blog

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Espresso Book Machine - Máquina Expressa de Livros

John Bivens, chefe do serviço e suporte para livros sob demanda. Foto Espresso Books Machine(AP Photo/Jeff Chiu)
Você já se deparou com aquela vontade de pegar um livro digital e ter que imprimir uma cópia dele para ler?
Ou ainda você verificou que tinha um livro esgotado que só tinha 3 exemplares e precisava digitalizar para imprimir uma cópia?
Eis que a Google Books está oferecendo uma máquina de US$ 100.000 (cem mil dólares) que vai resover estes problemas!!
A máquina chamada "The Espresso Book Machine" promete imprimir em cerca de 5 minutos um livro colorido incluindo a capa. Ela faz parte do projeto On Demand Books da Google que ajuda na digitalização de livros para compor o site da Google Livros que já possui cerca de 2 milhões de livros digitalizados.
Por trás disso está o fato de a Google ter passado os últimos 5 anos escaneando livros para o formato digital que agora irão retornar ao formato impresso.
O interessante é que segundo a Google o preço sugerido para cada cópia de livro de até 300 páginas fica em US$ 8,00 (oito dólares) cerca de R$ 16,00 porém alguns estão dizendo que pode chegar a casa de US$ 1,00 a US$ 2,00 (dois dólares).
Sabe-se ainda que desta coleção de dois milhões de livros digitalizados em sua maioria são livros antigos que já se encontram em domínio público como por exemplo Moby Dick de 1926 de Herman Melville. Mas existem outros que estão digitalizados também, porém protegidos por direitos autorais que achei super interessante como o Library 2.0 do Michael Casey.
A máquina já está disponível nos EUA, Canadá, Austrália e Inglaterra. Aqui estão os endereços onde elas se encontram.
Agora é esperar para ver se a máquina vai vingar ou se a associação de editores de livros vai aceitar isso...
Veja também http://www.ondemandbooks.com
Veja também na Revista Time algo sobre a máquina de livros expresso
Veja os vídeos em inglês da Espresso Book Machine abaixo no Youtube.


Espresso Book Machine 2.0 em Londres.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Midias externas...


E eu que pensei que meu hd externo ia ser só sucesso!!
A kingston lançou recentemente um pendrive de 256 GB ou seja daqui a pouco vamos realmente aposentar os discos externos e usar só memória flash.
As taxas de transferência de arquivos são de 20 MB/sec para leitura e 10MB/sec para gravação.
O Data Treveller 300 custa 565,67 libras no Reino Unido, aproximadamente cerca de R$ 1770 e o seu lançamento foi no dia 20 de julho de 2009.
É compatível com o Windows (7, Vista, XP, & ReadyBoost), Mac OS X10.3+, e também com Linux.
Porém para aqueles que desejam um gadget como esse por enquanto segundo o site the Register ela só vai por encomenda.
Ainda há quem queira comprar CD-ROM para fazer o backup (700 MB) este pendrive de 256 GB permite guardar, por exemplo, mais de 17 mil minutos de vídeo MPEG1, ou mais de 195 mil documentos do Microsoft Word.
A idéia de ter um dispositivo que não necessita de consumo de energia nem de dispositivo de leitura mecânico que existiam no HD vai de encontro ao que a indústria está colocando como TI verde.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

SOPAC 2.0

Falei no post passado de dois exemplos que usam o SOPAC porém não falei do local onde é possível baixar a ferramenta.
A ferramenta foi escrita e é mantida por John Blyberg que trabalha nos dois locais que foram citados.
Blyberg é Diretor Assistente e é responsável pela área de Inovação e Experiência com o usuário da Biblioteca de Daren Library em Connecticut e já havia trabalhado na biblioteca de Ann Arbour uma das mais citadas quando se fala de Biblioteca 2.0
A ferramenta é open source e possui módulos de RSS, lista de desejos, notificação via SMS(celular), suporta recomendação de usuários, internacionalização do conteúdo e várias outras funcionalidades e melhoramentos.

SOPAC - Mais social que isso jamais!!


Não venho aqui para falar de uma Sociedade Produtora de algo mas de uma ferramenta social utilizada na Biblioteca 2.0, o Social OPAC(On-line Public Access Catalog-Catálogo Público de acesso em linha).
O Social OPAC segundo Josh Hadro foca na comunidade de usuários e desenvolvedores de software para biblioteca incorporando sugestões através de comentários semelhantes aos feitos em blogs na área do catálogo presente no site da biblioteca algo semelhante ao Library Thing e ao BiblioCommons.
O usuário deve se cadastrar no site da biblioteca para fazer algum tipo de comentário ou ainda para reservar ou fazer o empréstimo fazendo com que de acordo com as sugestões o acervo da biblioteca seja assim composto pelo que o usuário deseja. O usuário pode também numa área personalizada por ele conhecida como mylibrary fazer revisões ou ainda dar relevância a determinados itens semelhante ao modo como a Amazon faz para avaliar os livros.
Alguns bibliotecários que participaram de alguns cursos ou disciplinas ministradas por mim já me perguntaram como seria a indexação feita pelos usuários no catálogo da biblioteca? e eu sempre colocava alguns exemplos teóricos mas que ainda não são, até aonde se tem notícia, adotados aqui no Brasil porém que já podem serem encontrados em bibliotecas americanas.
Encontrei este exemplo e gostaria de compartilhar aqui com vocês já que o Murakami do BSF citou em um dos seus posts.
As bibliotecas em questão são a biblioteca pública "Darien Library" em Connecticut que possui um acervo de mais de 155 mil livros e 300 assinaturas de revistas.
A outra biblioteca é a biblioteca pública "Palos Verdes Library District" na California, que possui um SOPAC 2.0 mas que diferente da anterior traz já no cabeçalho do website acesso para os softwares sociais MySpace e Facebook(rede social), o canal de vídeos da biblioteca no Youtube, o seu usuário no Twitter, e as tags sociais no delicious. Vale citar algo de impressionante neste site que todos devem conferir é o espaço do calendário de eventos(Events Calendar) vejam como é tudo muito bem organizado.
E só para registrar...

A biblioteca pública de Palos Verdes possui um planejamento estratégico em seu site que pode ser acessado por todos.
Será que alguma biblioteca pública brasileira já pensou nisso??